“Nós nascemos com uma curiosidade infinita, queremos tocar, cheirar e sentir tudo, é assim que concebemos o mundo que nos circunda, até aprendermos o que é que gostamos e o que não, o que nos ensinam ser inseguro e o que descobrimos que realmente é.”

Crescemos buscando modificar o mundo a nossa vontade e forma, as nossas conclusões e julgamentos que se transmutam em complexas ideologias e crenças, mas apenas alguns tem oportunidade para isto, ainda menos tem poder para isto.

Desta maneira vamos envelhecendo e perdendo nossa plasticidade cerebral, nosso poder sobre a mecânica do corpo, nossa sagacidade e velocidade vão se deteriorando a passos lentos, diretamente relacionada a nossa impossibilidade de construir com nossas mãos o que sonhamos estar construindo , nossa aceitação as regras criadas pelos que vieram antes de nos dizimam nossa motivação.

Essa história poderia acabar bem aqui e não é preciso nem dizer o final dela.

Mas uma frase de Da Vinci é dura e importante aqui

— “Quem não ama a vida não a merece.”

Leonardo viveu uma época de maior improbabilidade e impossibilidade, mas teve inúmeras criações que em seu tempo e tempos depois foram vistas como obras de glorificáveis da arte até a engenharia.

Nós por nossa vez temos maiores possibilidades, muito aconteceu no mundo nos últimos anos, e agora podemos nos conectar a sua inteira esfera em segundos, nunca estivemos tão empoderados para criar algo fora da linha. Afinal como podemos amar tanto a vida se ela é tão diferente dos nossos valores e crenças.

Assim acreditamos em um novo mundo nascido através não da oportunidade e genialidade de um ser, mas das centenas de seres unidos com propósitos alinhados trabalhando interdependentes e em conjunto, não para afetar sua cidade, mas o inteiro planeta à partir de pontos descentralizados e empoderados das suas mais diversas formas.

Com diferentes abordagens, mas uma crença em comum: a de que é possível criar, transformar autonomamente e coletivamente o dia de amanhã com o poder disponível hoje.

Essa é a ideologia maker.
Seja bem vindo ao transgressor, insubordinado, insubmissível e independente manifesto Mkerz.
tinta, mkerz